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Ano 1 - - nº 10- - 09 de JUlHO de 2008 - - Porto Alegre - - Rio Grande do Sul - - Brasil

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Secretária Executiva
Telia Negrão
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Secretária Adjunta
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karen@coturnodevenus.org.br
Neusa Cardoso
de Melo/ MG neusinham@gmail.com

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Maria Lúcia
Lira de Sousa/ PB
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Maria Goretti Lopes/ PR
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Neusa das Dores
Pereira/RJ neusapereira@coisademulher.org.br
Maria Noelci
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Clair Castilhos/SC clair@matrix.com.br
Rosa de Lourdes
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campanha 28  de setembro
CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR
Fórum Social da Saúde
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SEMINÁRIO DA REDE
Filiadas da Rede reafirmam a atenção integral à saúde das mulheres e a defesa do SUS de qualidade
As feministas brasileiras e do mundo inteiro têm destacado a importância da Conferência Internacional da ONU sobre População e Desenvolvimento realizada no Cairo,Egito, em 1994 e da Quarta Conferência Mundial Sobre a Mulher, em Pequim, 1995, como referências fundadoras da inclusão da sexualidade na pauta dos direitos humanos. Pela primeira vez em um documento internacional - o Plano de Cairo - introduziu o conceito de direitos reprodutivos, “enfatizando as necessidades de saúde reprodutiva inter-relacionadas com outros direitos sociais e individuais”.
Segundo esta Conferência, a saúde reprodutiva e sexual passa a ser considerada como um completo estado de bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade...MAIS
Rede Feminista sai fortalecida do Encontro
e busca alternativas para superar as dificuldades oferecidas pela crise internacional
Articulação política nacional criada há 17 anos, a Rede Feminista de Saúde teve sua missão reafirmada no 10º Encontro realizado de 25 a 27 de junho em Porto Alegre, bem como na Reunião do novo Conselho Diretor.Este encontro destinou os dois primeiros dias para o debate da agenda política no campo dos direitos sexuais e reprodutivos, reafirmando o compromisso com a garantia para atenção integral à saúde das mulheres. As agendas da Rede foram reafirmadas e novos desafios apontados...MAIS
Com novo CD, Mazé e Clair vão apoiar
a Secretaria Executiva na tomada de decisões
O 10º Encontro da Rede elegeu um novo Conselho Diretor e ratificou a permanência de Telia Negrão e Maria Luísa Pereira de Oliveira na Secretaria Executiva.
As conselheiras Mazé Araújo e Clair Castilhos, respectivamente coordenadoras das regionais Bahia e Santa Catarina, foram designadas pelo Conselho Diretor para acompanharem o desenvolvimento das ações a serem implementadas pela Secretaria Executiva da RFS, a pedido desta. Ambas terão a responsabilidade de dialogar cotidianamente com a SE para que ocorram decisões políticas mais ágeis e, igualmente, busca de recursos financeiros. No próximo encontro previsto para 2009, as conselheiras avaliarão os resultados.LEIA
RFS realiza pesquisa
Tendo como objetivo obter insumos para atualizar o plano pedagógico para a formação de mulheres para o controle social da saúde, durante o Seminário Implementando os Marcos de Saúde integral e Direitos Sexuais e Reprodutivos das Mulheres, foi aplicado o questionário que compõe a pesquisa Fortalecimento da sociedade civil e advocacy em saúde sexual e reprodutiva . Coordenado pela Doutora Jussara Reis Prá, do Núcleo Interdisciplinar de Estudos sobre a Mulher e Gênero da UFRGS, a pesquisa pretende mapear o conhecimento dos marcos teóricos e conceituais e políticos em direitos sexuais e reprodutivos junto as participantes do evento. O trabalho conta o patrocínio do Fundo de População das Nações Unidas – Unpfa e da Organização Panamericana de Saúde-OPAS.
Debate sobre PL 1135/91 – um cenário de ameaças para as mulheres
Por falta de quorum não foi realizada nesta terça-feira a reunião da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara Federal, para discutir o Projeto de Lei 1135/91, que descriminaliza o aborto provocado pela própria gestante ou com seu consentimento. Apenas 29 deputados votaram, quando eram necessários 31 votos para a continuidade da reunião. O deputado José Genoíno (PT-SP) pediu verificação dos votos para a ata da reunião anterior da CCJ, que tinha sido aprovada por votação simbólica, ou seja quando não há registro individual de votos. ...
... Para a secretária executiva da Rede Feminista. Telia Negrão, a criminalização do aborto é altamente ineficaz para impedir que as mulheres o façam, mas é altamente eficaz para colocar as mulheres em risco de vida, e até levá-las à morte.
Leia íntegra do pronunciamento da Secretária Executiva da RFS, Telia Negrão.
... O Juiz Roberto Lorea, membro do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR) e da Red Iberoamericana por las Libertades Laicas, desmontou na audiência os argumentos dos conservadores. Leia toda a matéria
ABORTO
Movimento Feminista atua para preservar o sigilo das mulheres
Em Porto Alegre, o grupo de trabalho coordenado pela Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos esteve reunido, nesta segunda-feira, dia 7/7, com representantes da Secretaria da Saúde do Estado e Coordenadoria Estadual da Mulher para que sejam tomadas uma série de providências com o intuito de evitar que as fichas médicas de uma clínica fechada, em Porto Alegre, sejam utilizadas como elementos de prova contra as mulheres que supostamente teriam feitos abortos. MAIS
Rede participa das comemorações do Dia Mundial da População
A Rede Feminista de Saúde recebeu convite do Fundo de População das Nações Unidas – UNFPA para participar das comemorações do Dia Mundial da População, nesta sexta-feira, 11 de julho, em Brasília. Na ocasião, será realizado um café da manhã tendo como pauta de discussão os desafios e perspectivas para o reconhecimento e efetivação do planejamento familiar como um direito humano fundamental. SAIBA MAIS
Audiência na SPM e reunião no Ministério
da Saúde

Em Brasília, a Rede Feminista de Saúde, juntamente com a Febrasgo e a FIGO (Federações Brasileira e Internacional de Ginecologia e Obstetrícia), acompanhou a iniciativa da IPPF (Federação Internacional de Planejamento Familiar), Bemfam, Comissão de Direitos Humanos da OAB/RJ referente ao enfrentamento da mortalidade materna e aborto inseguro.
Participou da entrega aos ministros da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e Ministério da Saúde da carta de recomendações Saúde da Mulher, Mortalidade Materna e Redução de Danos: Diagnósticos & Perspectivas.
A carta, que conta com o apoio do Fundo de População das Nações Unidas, é fruto da ação de um grupo de trabalho nascido de um amplo seminário no Rio de Janeiro, em dezembro de 2007, do qual a Rede fez parte, e apresenta propostas de prioridades na área de atenção integral à saúde da mulher. Participaram deste processo as entidades Cepia, Católicas pelo Direito de Decidir e iniciativas como Jornadas Brasileiras pela Legalização do Aborto, entre outras.

PACTO E PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE
A Rede compareceu, ainda, à reunião da Comissão Executiva Nacional de Monitoramento e Avaliação da Implementação do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal do Ministério da Saúde e ao lançamento dos resultados da Pesquisa Nacional sobre a Saúde da Mulher e da Criança, desta vez realizado pelo Cebrap, sob a coordenação da demógrafa Elza Berquó.

Na reunião da Comissão a Rede defendeu, mais uma vez, a necessidade de trabalhar com maior ênfase no enfrentamento das causas de mortalidade materna que explicitam as desigualdades de gênero, tais como a epidemia do HIV, a violência contra a mulher e o aborto inseguro.
Medidas para que os comitês de morte materna que estão sendo criados em todo o oaís não sejam cartoriais, mas instrumentos eficazes de controle social foram defendidos pela filiada da Rede, Kátia Souto, representou a entidade no segundo dia de trabalho.

PUBLICAÇÃO DO GUIA
LANÇADO em São Paulo o Guia para leitura do Manifesto da Campanha pela Convenção Interamericana dos Direitos Sexuais e dos Direitos Reprodutivos, uma realização do Projeto Direito à Saúde da Mulher Negra– iniciativa da Conectas Direitos Humanos e Geledés -; Católicas Pelo Direito de Decidir e Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos – ponto focal brasileiro da Campanha. A publicação ganhou apoio da União Européia.
 
DOCUMENTO
CARTA DE RECOMENDAÇÕES. SAÚDE DA MULHER, MORTALIDADE MATERNA E REDUÇAO DE. DANOS: DIAGNÓSTICOS & PERSPECTIVAS- Leia e conheça
Tudo o que aconteceu, no BLOG do Seminário
O voto do deputado José Genoíno
A Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania convocou audiências públicas para os dias 02 e 03 de julho de 2008, visando o aprofundamento do debate sobre o Projeto de Lei 1.135/91, que a descriminaliza o aborto no país, assim como, o PL n.º 176/95, do Deputado José Genoíno, que além “revogar” a criminalização da interrupção da gravidez, estabelece que o Estado deve prestar assistência médica as mulheres que necessitem realizar o procedimento no prazo máximo de noventa dias, contados da data do início da gestação. LEIA MAIS
 
Clipping
Aborto: Deputados divergem sobre parecer de Eduardo Cunha
Os integrantes da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) ficaram divididos, em audiência pública realizada na última quinta-feira,3, sobre a descriminalização do aborto prevista no PL 1135/91. SAIBA MAIS
Seminário sobre sexualidade e saúde
O Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos – CLAM completa cinco anos e promove de 22 a 23 de julho o Seminário Sexualidade: Saúde, Direitos e Moralidades na Capela Ecumênica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. O evento é voltado para pesquisadores do campo da sexualidade oriundos de diversos países da América Latina.
Inscrições poderão ser feitas através de
www.direitos-sexuais.org
ou através do e-mail
seminarioclam5anos@gmail.com
OPINIÃO I
Assumir o uso da denominação LGBT
Marisa Fernandes

Assumir o uso da denominação LGBT - Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros - não atende apenas a uma antiga reivindicação das lésbicas, nem somente porque as lésbicas são duplamente discriminadas - como mulheres e pela orientação sexual. Colocar o L na frente é sobretudo reconhecer a existência da homofobia que atinge toda a população LGBT.
A homofobia desqualifica tudo o que é afeminado, tudo que é determinado pelo patriarcado, como sendo formas de ser mulher: delicada, dispersa, emotiva, histérica, ser falante, sentimentalista, romântica, apaixonada, agir com o coração e não com a razão, educada. Bem como gentil, ter afeição às crianças, ser vaidosa, frágil e tantos outros atributos
usados para determinar como devemos ser
. LEIA

OPINIÃO II
O superdireito penal não é direito
Beatriz Vargas
É impressionante a notícia de que, em Mato Grosso do Sul, 9.986 fichas médicas apreendidas pela polícia numa clínica em Campo Grande podem gerar a acusação formal de pelo menos 2.800 mulheres por crime de aborto. Os procedimentos teriam sido realizados entre 1999 e 2007. Há notícia de que 25 mulheres já estão cumprindo pena. Fala-se em força-tarefa, processos conjuntos, audiências coletivas, tudo no interesse da celeridade dos julgamentos, para evitar a prescrição e a impunidade. ..LEIA
OUTRAS PUBLICAÇÕES
APRESENTADA, durante o Seminário Implementando os Marcos de Saúde Integral das Mulheres, dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, a revista Toques de Saúde editada pela Cunhã Coletivo Feminista, organização paraibana e filiada à Rede Feminista de Saúde. A publicação, em sua sexta edição, apresenta diversos olhares do movimento feminista sobre o fenômeno da mortalidade materna
www.cunhanfeminista.org.br
INTRANSITABILIDADE Mulheres que escrevem é uma revista editada pelo Núcleo de pesquisas em Tradução e Estudos Interculturais e Núcleo de Práticas Comunitárias Casa da Mulher, de Vila Velha, Espírito Santo. www.intransitabilidade.blogspot.com
BOLETIM 90, da Rede Mundial de Mulheres Pelos Direitos Reprodutivos, traz na página 21 o texto “As adolescentes brasileiras e o aborto” com assinatura de Telia Negrão, Secretária Executiva da Rede Feminista e Conselheira da Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas e do Caribe. www.wgnrr.org
 

 
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Comunica REDE - Informativo da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos
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