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De 15 e 16 de janeiro, em São Paulo, Rede Feminista de Saúde realiza o I Seminário Direitos Reprodutivos, Exclusão Social e Aids. A organização do evento foi partilhada com o Instituto de Medicina Social da UERJ e Grupo de Incentivo à Vida com apoio da Fundação MacArthur, Glams/Insp(México).

Foi lançado o Programa de Humanização do Parto e Nascimento (PHPN), uma demanda do movimento feminista para a redução da mortalidade materna e a violência institucional.

Em maio, dia 9, foi realizado o V Encontro Nacional da Rede Feminista de Saúde em Caxambu, Minas Gerais. A Assembleia Geral definiu o controle social como prioridade para o seu trabalho bienal.

Nos dias 26 e 27 de maio, em Salvador (BA) foi realizado o 1º Seminário de Monitoramento da Implantação das Propostas de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento. A promoção foi da Rede Feminista de Saúde com apoio do FUNAP, de Nova Iorque, Estados Unidos.

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No dia 28 de maio é apresentada mais uma edição do Jornal RedeSaúde
que traz como destaque dois artigos sobre a tragédia da mortalidade materna que enfatizam a importância dos comitês de morte materna como fóruns de investigação e debate sobre as verdadeiras condições de assistência à saúde da mulher. O professor Ruy Laurentis assina o artigo “Mortalidade Materna no Brasil: faltam dados e uma assistência digna”, no qual destaca um comentário da OMS - Organização Mundial de Saúde e UNICEF que trata da questão da maternidade segura ou saudável: “A morte de uma mulher neste período é um desastre – é um acontecimento desnecessário e uma perda que carrega uma carga enorme de tristeza e dor. Há uma sensação de crueldade nessas mortes; elas não deveriam ocorrer, a mulher não estava doente...e, mesmo assim, ela morre!”. O outro artigo - Comitês de Morte Materna: a importância de estar presente - tem a assinatura da médica sanitarista Sara Sorrentino. Numa determinada passagem do texto, a médica acentua sobre a atuação dos comitês de morte materna “...somente conhecer os números não basta. Os comitês não são miniaturas do IBGE, com finalidade apenas estatísticas”.

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A edição do mês de setembro do Jornal da RedeSaúde
é dedicado ao debate sobre o tema aborto numa iniciativa em torno da Campanha 28 de Setembro, Dia de Luta pela Despenalização do Aborto na América Latina e Caribe, trazendo artigos, dados e reflexões sobre esta questão. Com um artigo de autoria da coordenadora regional da Campanha, Cecília Olivares, esta edição traz também um informe sobre a Reunião de Avaliação realizada em Santa Cruz, Bolívia, onde o Brasil foi indicado para coordenar a Campanha do 28 de Setembro a partir de setembro de 1999, tendo a Rede sido apontada como organização responsável pela coordenação regional.

Neste número, o Jornal da RedeSaúde traz também dois artigos especiais: o primeiro, assinado pela filósofa Sueli Carneiro, contém reflexões sobre os desafios e utopias do século 21, enquanto que o segundo assinado pela médica especialista em saúde da mulher, Maria José de Oliveira Araújo, faz uma retrospectiva das ações pós-Cairo, refletindo a partir do seu impacto sobre a vida das mulheres.

Em parceria com o Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher - Cladem, a Rede Feminista de Saúde e outras organizações planejam as atividades do 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos que se traduziu na Campanha “Sem as Mulheres os Direitos não são Humanos”. Esta ação consistiu em um conjunto de atividades e materiais diversos a serem distribuídos e veiculados, a fim de sensibilizar a comunidade nacional e internacional para uma maior integração dos direitos das mulheres.

 

Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos | Av. Salgado Filho, 28/601 - Porto Alegre/RS .:. Fone: (51) 3212.4998 - redesaude@redesaude.org.br