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De 8 a 12 de fevereiro, em Haia, Holanda, aconteceu o Fórum Internacional organizado pela ONU, dentro do seguimento Cairo +5, um balanço do Plano de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento, Fórum de Parlamentares, de Ongs e de Jovens. A Rede Feminista de Saúde participou de todos. O relatório destacou a importância do Programa de Ação do Cairo e também a atuação da Rede Feminista de Saúde no monitoramento e implementação do Programa de Ação no Brasil. O Fórum Internacional de Parlamentares foi realizado de 4 a 6 de fevereiro e o Fórum Internacional de Jovens em 6 e 7 de fevereiro.

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Edição de maio do Jornal da RedeSaúde traz em destaque um artigo sobre a tragédia da mortalidade materna no Brasil, no qual a professora e pesquisadora Ana Cristina Tanaka aponta que as ações empreendidas até o momento não levaram à redução desse tipo de morte, de causa totalmente evitável se houvesse um acompanhamento pré-natal com qualidade e uma assistência ao parto humanizada.

Entre as discussões apresentadas neste número, incluem-se também um artigo do professor Aníbal Faúndes sobre a contracepção de emergência; um texto das pesquisadoras Wilza Villela e Nair Brito contendo dados sobre uma pesquisa realizada por e com mulheres soropositivas; e um artigo especial sobre os desafios atuais da integralidade em saúde, assinado por Lília Blima Schraiber.




De 30 de junho a 2 de julho ocorreu a Avaliação do Programa de Ação Cairo+5, em sessão especial da Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, onde foi adotado um documento final em que se definiu as ações fundamentais a serem desenvolvidas para a implementação da agenda do Cairo, ocasião em que foi feita a avaliação dos compromissos assumidos pelos governos na Conferência Internacional das Nações Unidas sobre População e Desenvolvimento ocorrida em 1994.

A Assembléia Geral da ONU adotou o Protocolo Opcional da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), por meio do qual um Comitê passou a ter competência para receber denúncias sobre violações dos direitos humanos das mulheres. O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher é designado e a data escolhida foi 25 de novembro. Uma avaliação sobre Cairo + 5 é realizada em sessão especial da Assembléia Geral.

Nos dias 19 e 22 de setembro, a Rede Feminista de Saúde participou da comissão organizadora do II Congresso Mulher, Trabalho e Saúde realizado no Rio de Janeiro. O evento contribuiu para o debate da relação entre trabalho e saúde no Brasil e na América Latina. O Congresso privilegiou o tema “Equidade de Gênero e Qualidade de Vida”.

A Rede Feminista de Saúde, junto com outras entidades da região da América Latina e Caribe instituem a Campanha 28 de Setembro – ação regional pela descriminalização do aborto. No mês de setembro Rede Feminista e o Centro de Información y Desarrollo de La Mujer - Cidem, da Bolívia, estudam o processo de transição da Campanha para o Brasil.

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O debate sobre o aborto em diferentes áreas é o destaque do mês de setembro do Jornal RedeSaúde. No campo dos serviços de aborto legal, o médico Jorge Andalaft relembra os dez anos de funcionamento dos serviços, abordando a construção de um modelo de atenção às mulheres em situação de violência sexual, a atuação feminista e o processo de sensibilização de profissionais de saúde.

O Jornal da RedeSaúde traz ainda um artigo de Edenalva Bezerra que trata do debate sobre o aborto na Central Única dos Trabalhadores – CUT. O anteprojeto do Código Penal, com suas propostas de mudanças, mereceu atenção especial com uma entrevista com a procuradora Ela Wiecko, única mulher a compor a Comissão Revisora do Código Penal.





A elaboração e implementação da Norma Técnica “Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes” ganha destaque no cenário do país. A Norma Técnica foi elaborada pelo Ministério da Saúde e representou uma conquista de vários anos de discussão e de reivindicações do movimento de mulheres e feministas.

Rede Feminista de Saúde publica a cartilha “Controle social, uma questão de cidadania: Saúde é assunto para as mulheres”, na qual pontua a transversalidade de gênero com as questões de saúde. A publicação é fruto da resolução do V Encontro Nacional da Rede.

De 21 a 26 de novembro em Juan Dolio, República Dominicana, realiza-se o VIII Encontro Feminista da América Latina e Caribe que teve como principais objetivos: realizar um balanço sobre a atuação feminista na América Latina e no Caribe nos último 30 anos, buscando identificar os acertos e desacertos, os pontos fortes e fracos do movimento; criar espaços de diálogos entre os diferentes enfoques feministas. Rede Feminista de Saúde presente nos debates.

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Inteiramente dedicada ao debate sobre a violência contra a mulher como questão de saúde, a edição de novembro de 1999 do Jornal da Rede é mais uma contribuição da RedeSaúde para a Campanha “Pelo Direito de Viver Sem Violência”, que o movimento de mulheres celebra anualmente em 25 de Novembro, Dia Internacional da Não-Violência Contra as Mulheres.

Neste número especial do Jornal da Rede, a médica Ana Flávia d’Oliveira e a professora Lilia Blima Schraiber discutem a importância da capacitação de profissionais de saúde para o atendimento à mulher em situação de violência. Já o artigo da mestra em Ciências Sociais Alejandra Rotania traz uma reflexão ética sobre a violência que se encontra camuflada em algumas ações de saúde que buscam “fazer o bem”, enquanto a pesquisadora Wilza Villela fala da violência psicológica presente nas relações amorosas.

O atendimento às mulheres que passam por situações de violência é discutido no artigo da psicopedagoga Benilda Paiva sobre as casas-abrigos e nas entrevistas com Paula Francisquetti, do Ambulatório do Coletivo Feminista, e Maria Amélia Teles, que abordam sobre o processo de implantação do serviço de atendimento a casos de violência doméstica, no Hospital Pérola Byington, em São Paulo.


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