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No dia 28 de maio, Dia Internacional pela Saúde da Mulher, a Rede Feminista de Saúde apresentou o dossiê Mortalidade Materna que foi elaborado sob a coordenação da pesquisadora Ana Cristina Tanaka. O dossiê contém diversas informações e dados atualizados sobre morte materna no Brasil e no mundo. A publicação apresentou informações detalhadas sobre as causas dessas mortes, prematuras e quase sempre evitáveis.

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O tema da mortalidade materna é o destaque da edição de maio do Jornal da RedeSaúde, que traz um artigo da médica especialista em saúde da mulher Maria José de Oliveira Araújo, Secretária Executiva da Rede Feminista de Saúde, com um balanço sobre os 13 anos da campanha internacional contra a morte materna, suas principais conquistas e obstáculos. Esta edição apresenta também uma entrevista com a professora, pesquisadora e especialista em morte materna, Ana Cristina Tanaka. O Jornal destaca, ainda, a aprovação da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre Mortalidade Materna, que vai investigar o problema da morte materna no Brasil.

A mortalidade materna é um dos temas discutidos pela coordenadora do programa de saúde da mulher do Ministério da Saúde, Tânia Lago, em entrevista ao Jornal da Rede. Nessa conversa a coordenadora fala sobre as iniciativas que já foram ou estão sendo implementadas pelo Ministério, com destaque para a busca da melhoria da qualidade da assistência ao parto e para o “pacote mínimo de qualidade para assistência pré-natal”.


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Nos dias 15, 16 e 17 de junho, a Rede Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos realizou o seu 6º Encontro Nacional na cidade de Atibaia, São Paulo. Na ocasião foi lançada a Plataforma da Rede Saúde para o Pleito Eleitoral de 2000. A proposta reivindicou a implantação e implementação do PAISM – Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher em todos os municípios brasileiros. O Conselho Diretor foi renovado e passou a ser integrado por Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Atuação da Rede Feminista de Saúde foi relatada na Comissão Intersetorial da Saúde da Mulher - CISMU, do Conselho Nacional da Saúde, no Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e na Comissão Nacional de Mortalidade Materna, do Ministério da Saúde.

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Durante o Encontro Nacional da Rede Feminista de Saúde, a plenária referendou o nome de Maria Isabel Baltar da Rocha, da Regional São Paulo, foto para a função de Secretária Executiva da Rede para o biênio 2001-2002. Nessa eleição foi instituída a função de secretária-adjunta, assumida por Liege Rocha, da União Brasileira de Mulheres – UBM. Na ocasião, Bel Baltar era vinculada profissionalmente ao Núcleo de Estudos de População Nepo/Unicamp e associada a duas organizações feministas: Católicas pelo Direito de Decidir e Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.



Realizada entre os dias 5 e 9 de julho a Sessão Especial da Assembleia Geral das Nações Unidas para avaliação dos compromissos assumidos pelos governos na IV Conferência Mundial sobre a Mulher - Beijing + 5 - realizada em 1995. O Documento de Resultados, consenso final do encontro, foi firmado por 192 países. O Estado brasileiro foi signatário de todos os documentos, assumindo como um compromisso de Estado à garantia dos direitos sexuais e reprodutivos da população.

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Coordenadora Regional da Campanha 28 de Setembro – Dia pela Descriminalização do Aborto na América Latina e Caribe no período de 2000-2002, a Rede Feminista de Saúde preparou o número de setembro do Jornal da RedeSaúde como mais uma atividade no âmbito da luta pelo direito ao aborto. A descriminalização do aborto como uma questão de direitos humanos e justiça social é o enfoque adotado pela professora doutora em Filosofia do Direito Silvia Pimentel e pela advogada e pesquisadora Valéria Pandjiarjian, do Cladem-Brasil.

Enquanto José Antônio Jordão (SESSP) fala de médico para médico na defesa da humanização do atendimento das mulheres que decidem pela interrupção de uma gravidez, Martha Rosenberg (Foro por los Derechos Reproductivos) comenta o conceito de “gravidez forçada” como uma violação do direito da mulher. Em suas análises sobre os resultados de pesquisas recentes com membros do parlamento federal, Almira Rodrigues (Cfemea) e Myriam Santin (Católicas pelo Direito de Decidir) fazem importantes revelações sobre o posicionamento dos/as parlamentares sobre temas contemplados na Plataforma de Ação de Pequim, com destaque para a questão do aborto.

No mês de setembro ocorreu a Declaração e Metas do Milênio, em Nova Iorque, Estados Unidos. A Declaração e Metas do Milênio das Nações Unidas é um marco histórico, mas a Rede Feminista se manifestou preocupada com a redução da agenda de saúde sexual e reprodutiva para enfocar apenas a saúde materna.

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A edição do mês de novembro do Jornal da RedeSaúde é dedicada a duas importantes datas do calendário do movimento pelos direitos de cidadania: 25 de Novembro – Dia Internacional da Não-Violência Contra as Mulheres e 20 de Novembro – Dia Nacional da Consciência Negra. Para discutir o tema extremamente grave e complexo da violência contra a mulher, o Jornal da Rede convidou diversos/as pesquisadores/as e especialistas para apresentar alguns dos vários cenários e diferentes olhares sobre a questão da violência de gênero e saúde.

Além de trazer uma abordagem social sobre a violência contra a mulher, em artigo assinado pela psicóloga Ana Paula Portella que reflete sobre a legitimação da violência, em especial no contexto doméstico e das relações de gênero, esta edição destaca o trabalho de alguns serviços de atenção à mulher vítima de violência que estão em funcionamento em algumas cidades brasileiras. O jornal traz ainda um encarte sobre a Pré-Conferência Cultura & Saúde da População Negra e Saúde da Mulher Negra.



De 15 a 19 de dezembro foi realizada a 11ª Conferência Nacional da Saúde. O conjunto de propostas voltadas à orientação para atenção a saúde das mulheres, descriminalização do aborto, a luta pela implementação da Norma Técnica de Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual Contra as Mulheres e Adolescentes na Rede Pública da Saúde pautaram os debates. A Rede Feminista de Saúde teve ativa presença.

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Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos | Av. Salgado Filho, 28/601 - Porto Alegre/RS .:. Fone: (51) 3212.4998 - redesaude@redesaude.org.br