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Em 26 de janeiro, o Ministério da Saúde editou a Norma Operacional de Assistência à Saúde - NOAS que “amplia as responsabilidades dos municípios na Atenção Básica, define o processo de regionalização da assistência, cria mecanismo de fortalecimento da gestão SUS. Na área da saúde da mulher, a NOAS estabelece para os municípios a garantia das ações básicas mínimas de pré-natal e puerpério, planejamento familiar e prevenção do câncer de colo uterino e para garantir o acesso às ações de maior complexidade, prevê a conformação de sistemas funcionais e resolutivos de assistência à saúde, por meio da organização dos territórios estaduais.

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O mês de março apresenta o Jornal da RedeSaúde
que foca a inter-relação saúde, em particular a saúde da mulher, raça/etnia e direitos reprodutivos. Com esta edição, a Rede Feminista abre espaço para um panorama amplo sobre as principais questões que afetam não apenas a saúde, mas também as condições de vida das mulheres brasileiras de diferentes raças e etnias. O jornal coloca três entrevistas significativas: a conversa com a filósofa Sueli Carneiro abordando as expectativas e embates políticos sobre a III conferência Mundial da ONU Contra o Racismo; a avaliação da psicóloga Edna Roland sobre a implementação do Programa de Anemia Falciforme do Ministério da Saúde, que beneficia a população afrodescendente; já a demógrafa Elza Berquó apresenta um relato acerca dos avanços em relação aos estudos sobre a população negra.

A publicação é rica em informações de especialistas de diferentes áreas que contribuem para os debates e o processo de preparação para a Conferência Mundial Contra o Racismo, Discriminação Racial e Formas Conexas de Intolerância, que será realizada em setembro de 2001 em Duban, África do Sul. E nesse mês, a Rede reedita essa edição, em inglês, para levá-la para Durban.

A Rede Feminista de Saúde inicia a coordenação, no Brasil, da Campanha 28 de Setembro pela Descriminalização do Aborto na América Latina e no Caribe.

A Rede Feminista de Saúde lança o Dossiê Aborto Inseguro: Direito de decidir sobre o aborto na questão de cidadania e democracia. O documento teve a pesquisa e redação da médica sanitarista e mestra em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Sara Sorrentino.

A Rede Feminista participa de 31 de agosto a 7 de setembro da Conferência Mundial contra o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Formas Correlatas de Intolerância em Durban, África do Sul, editando um Jornal da Rede em inglês, especial sobre saúde das mulheres negras.

A edição de dezembro de 2001 do Jornal RedeSaúde é dedicada ao debate sobre direitos sexuais como uma questão de direitos humanos. A pauta vem apresentando novos desafios ao movimento de mulheres em suas estratégias de advocacy. Para discutir esse tema, o Jornal da Rede convidou diversas pesquisadoras e ativistas, que deram sua contribuições sob a forma de artigos, entrevistas e outras matérias. Os conteúdos abordam os direitos sexuais e reprodutivos transitando pelos direitos de gays, lésbicas e heterossexuais e trazem ainda questões da violência sexual, mutilação genital e prostituição forçada.

Créditos: Claudia Ferreira
www.memoriamovimentossociais.com.br


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