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No dia 1º de Janeiro foi criada a Secretaria Especial de Políticas paras Mulheres - SPM, saudada pelo movimento de mulheres. A primeira ministra foi Emilia Fernandes.

De 20 a 23 de janeiro, uma delegação da Rede Feminista de Saúde participou do Fórum Social Mundial, Porto Alegre, em especial do II Fórum Mundial de Saúde: Alternativas para o desenvolvimento de agenda de saúde para mulheres: governos locais, estaduais e nacionais. A participação neste Fórum serviu para estabelecer a reunião preparatória do X Encontro Feminista Latinoamericano e do Caribe previsto para 2005 no Brasil.

A Rede Feminista de Saúde desenvolveu a terceira etapa do Projeto Cairo III – Reposicionando o Cairo desde o monitoramento, com o objetivo de concluir o sistema de indicadores de gênero – base de dados, denominada Atenea.

Rede Feminista de Saúde desenvolveu o Projeto “Melhorando a Segurança Humana no contexto de HIV/Aids, mediante a equidade de gênero”. O trabalho resultou na publicação do “Documento de Tendências para Subsidiar o projeto Igualdade de Gênero na Promoção da Segurança Humana no contexto do HIV/Aids”, coordenado por Sílvia Marques Dantas e Solange Rocha, da Regional Pernambuco.

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No dia 23 de maio foi criada a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial – SEPPIR, tendo como primeira ministra Matilde Ribeiro.















Rede Feminista de Saúde apresenta o livro “A presença da mulher no controle social das políticas de saúde” que contempla os anais da Capacitação de multiplicadoras em controle social das políticas de saúde”, da qual participaram cerca de 28 filiadas da Rede de 14 estados.

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No dia 23 de maio, a Rede Feminista de Saúde foi recebida pelo ministro da Saúde, Humberto Costa. Na pauta do encontro, a consolidação do Sistema Único de Saúde - SUS e a visibilização dos princípios que o embasam. A Rede firma posição de que a Área Técnica de Saúde da Mulher ganhe maior visibilidade e o orçamento necessários para bem desempenhar o seu papel.










No mês de junho a Rede Feminista de Saúde participa da elaboração e aprovação do Documento do Movimento de Mulheres para o cumprimento das resoluções da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher - CEDAW - pelo Estado Brasileiro.

No Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher - 28 de Maio - a Rede Feminista de Saúde lança publicação “Em cada cidade um comitê de prevenção da mortalidade materna: dever do Estado, compromisso da sociedade”.

No dia 15 de julho, a Rede Feminista de Saúde é convidada para integrar o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher. No convite, a manifestação de que “a participação efetiva desta entidade fortalecerá a legitimidade do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher e contribuirá para a construção das estratégias, bem como, para o efetivo papel de controle social necessário ao fortalecimento das políticas públicas, programas e ações para as mulheres em nosso país”.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher – PNAISM, passou a contemplar uma atenção a segmentos da população feminina ainda invisíveis a problemas emergentes que afetam a saúde da mulher. A Área Técnica da Saúde da Mulher identifica a necessidade de proposições de novas ações e de articulação com outras áreas técnicas, quais sejam: atenção às mulheres rurais, com deficiência, negras, indígenas, presidiárias e lésbicas e a participação nas discussões e atividades sobre saúde das mulheres e meio ambiente.

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Rede Feminista de Saúde publica o Dossiê Assimetrias Raciais no Brasil e alerta para a necessidade da implementação de políticas para a população afrodescendente. Comprova que a população negra vem ocupando, historicamente a base da pirâmide social. O referido Dossiê ainda informa que no Brasil a dimensão racial constitui um desafio à implementação de políticas públicas, dada a distância existente entre os níveis de bem-estar da população branca e da população negra em todas as regiões do país.

A conquista da igualdade de gênero, racial e étnica impõe como imperativo o reconhecimento dessa dimensão da desigualdade social no Brasil. Essa situação é ainda mais grave em se tratando das mulheres negras.





No mês de junho foi realizado o V Seminário Nacional de Mulheres Lésbicas. O evento defendeu que a elaboração de políticas públicas precisa incorporar o entendimento de que as mulheres lésbicas devem ser contempladas no conjunto das ações de atenção à saúde das mulheres. A agenda de necessidades de saúde desse grupo populacional diz respeito, entre outros aspectos, ao atendimento na área da ginecologia, onde profissionais partem do pressuposto de que a vida sexual ativa das mulheres é sempre de caráter heterossexual.

No dia 14 de julho, a Rede Feminista de Saúde iniciou o processo de mobilização para a retomado do assento, como titular, no Conselho Nacional de Saúde. A reunião foi realizada na Regional São Paulo com a participação das filiada Albertina Costa, Eleonora Meniccuci, Maria Isabel Baltar, Regina Barbosa, Rosa de Lourdes e Vera Soares. Nessa reunião foi afirmado que a RFS deveria preencher esta vaga considerando sua abrangência nacional, histórico de lutas, em especial no âmbito do controle social, acúmulo de elaboração sobre questões relacionadas s com a saúde integral da mulher, direitos sexuais, direitos reprodutivos e violência sexual e doméstica.

No dia 20 de agosto a Rede Feminista de Saúde obtém a vaga, como titular, no Conselho Nacional de Saúde - CNS.

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A médica pediatra e especialista em Saúde da Mulher Maria José Araújo, Mazé Araújo - fundadora da Rede Feminista de Saúde, assume a coordenação da Área Técnica de Saúde da Mulher do Ministério da Saúde.














Nos dias 03 e 04 de novembro é realizada a primeira reunião do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher - CNDM, presidido por Emília Fernandes. Mazé Araújo, Coordenadora da Área Técnica da Saúde da Mulher, representou o Ministério da Saúde no Conselho. A Rede esteve presente nessa primeira reunião com a titular Ana Maria da Silva Soares e a conselheira suplente Lia Zanotta Machado. As mulheres de notório conhecimento das questões de gênero: Rose Marie Muraro, Clara Charf e Albertina de Oliveira Costa também compareceram. Em sua manifestação pública, Lia Zanotta Machado revelou que a expectativa do momento era consagrar e ampliar as políticas públicas conquistadas nos anos de 1980. Ela ofereceu a experiência da RFS na área de trabalhos, na perspectiva da transversalidade, voltados para a saúde e violência.

De 07 a 11 de dezembro foi realizada a 12ª Conferência Nacional de Saúde. A Rede Feminista de Saúde participa com seis delegadas. Temática Saúde: Um direito de todos e Dever do Estado.


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