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Em 06 de agosto, Lílian Marinho, do IMAIS - Instituto Mulheres pela Assistência Integral à Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, de Salvador (BA) representou pela segunda vez a Rede Feminista de Saúde na Comissão Intersetorial de Saúde da Mulher – CISMU, do Conselho Nacional da Saúde.

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A Rede Nacional Feminista de Saúde, no dia 7 de agosto, juntamente com representantes de organizações filiadas - Coletivo Feminino Plural, Themis Assessoria Jurídica e Estudos de Gênero e Observatório da Lei Maria da Penha -fez a entrega do documento “Em defesa da Lei Maria da Penha - contra o Patriarcalismo Jurídico”, ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. O manifesto teve repercussão nacional.






De 21 a 23 de agosto, em Brasília, a Rede Feminista de Saúde esteve participando da 3ª Assembléia Geral da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais – Plataforma Dhesca Brasil. A psicóloga Maria Luísa Pereira de Oliveira, Secretária Adjunta, representou a entidade. A Rede Feminista passa a integrar a coordenação política da DHESCA, órgão colegiado, composto por 05 instituições. Além da Rede, Terra de Direitos, Ação Educativa, Justiça Global e INESC.

Nos dias 25, 26, 27 e 28 de agosto, em Santa Catarina, organizado pela Universidade Federal de Santa Catarina o evento “Fazendo Gênero” reuniu pesquisadoras e pesquisadores brasileiros e estrangeiros que trabalham no campo dos estudos de gênero e feministas. A conselheira diretora da Rede, Clair Castilhos, coordenou o debate sobre o Aborto, Corpo e as Controvérsias do Estado, tendo a presença de Margareth Arilha, Jurema Werneck e Telia Negrão.

O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou, nos dias 26, 27 e 28 de agosto, audiências públicas a fim de discutir a permissão da interrupção da gestação de fetos anencéfalos – sem cérebro. A intenção foi restaurar o debate sobre o tema, objeto de análise na Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº. 54, da qual o Ministro do STF, Marco Aurélio Mello é o relator. A antropóloga e professora titular da Universidade de Brasília, Lia Zanotta Machado representou a Rede Feminista de Saúde nessa terceira audiência pública do Supremo Tribunal Federal sobre a antecipação terapêutica de gravidez de fetos anencéfalos. Em seu pronunciamento, enfatizou a dignidade e o direito de decidir de todas as mulheres que precisarem enfrentar essa situação. A Rede apoiou a participação de mulheres que gestaram anencéfalos e tiveram o direito de abortar.

A Rede Feminista de Saúde, integrante da coordenação política das Jornadas Brasileiras pelo Aborto Legal e Seguro, compartilha do lançamento da criação da Frente Nacional pela Legalização do Aborto em São Paulo, em seminário internacional.

 

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