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Secretária
Executiva
Telia Negrão
teliarede@uol.com.br |
Secretária Adjunta
Maria Luísa P. de Oliveira marialuisatk@gmail.com |
CONSELHO
DIRETOR |
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NOTÍCIAS
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Mazé Araújo
com viagem marcada
para o México |
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A
médica Maria José Oliveira Araújo,
ex-secretária executiva da Rede Feminista de
Saúde e integrante do atual Conselho Diretor,
viaja na última semana de julho ao México,
representando a RFS. Ela visitará os 15 serviços
de aborto legal criados sob sua orientação,
a partir da lei que legalizou a prática na
cidade do México.
Um grupo de especialistas brasileiros a acompanhará
nas visitas, entre eles Cristião Rosas, da
Febrasgo. Mazé foi responsável pela
criação dos primeiros serviços
de aborto legal nos anos de 1990, na gestão
de Luisa Erundina como prefeita de São Paulo.
Posteriormente coordenou a Área Técnica
da Saúde da Mulher do Ministério da
Saúde. Atualmente é a coordenadora da
Regional Bahia da Rede Feminista, integra o Conselho
Consultivo da Rede de Saúde das Mulheres Latinoamericanas
e do Caribe e coordena o Instituto IMAIS, de Salvador. |
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RFS participa, em Porto Alegre,
do 1º Seminário de
Gestão Estratégica e Participativa |
A
Rede Feminista de Saúde, vai participar a partir desta
quinta-feira, 17/7, em Porto Alegre, do 1º Seminário
de Gestão Estratégica e Participativa. O objetivo
do evento, realizado pela Secretaria de Gestão Estratégica
e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde,
é aprofundar e fomentar as discussões sobre
o assunto no Sistema Único de Saúde (SUS), tendo
como temática "Gestão Participativa, Controle
Social e 20 Anos do SUS". A representante da Rede é
a secretária executiva Telia Negrão.
O encontro será o momento de realizar
o debate entre gestores do SUS, representantes da sociedade,
movimentos sociais e imprensa sobre as políticas
públicas de saúde no âmbito do SUS na
construção da cidadania, do direito à
saúde e o fortalecimento do Controle Social.
Participam, ainda, do seminário
gestores estaduais e municipais; conselheiros de saúde;
representantes de movimentos sociais, de entidades estudantis
e de entidades de profissionais de saúde; e representantes
de universidades, do Ministério da Saúde,
Conselho Nacional de Secretários de Saúde
(CONASS), Conselho Nacional de Secretários Municipais
de Saúde (CONASEMS) e Conselho Nacional de Saúde
(CNS), entre outros órgãos e entidades.
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SAIBA MAIS:
A partir do desenvolvimento
dos trabalhos do Seminário, o MS pretende:
• Ampliar o conhecimento
dos participantes sobre os conceitos e práticas
que dão concretude à Política de
Gestão Estratégica e Participativa no SUS;
• Socializar
a organização e a dinâmica de funcionamento
da SGEP e a sua inserção no processo de
construção do Pacto pela Saúde e
efetivação do Programa Mais Saúde;
• Contribuir
para a análise acerca dos avanços e desafios
para o SUS no contexto dos 20 anos de sua criação
como Política de Estado para a Saúde;
• Ampliar o debate
sobre as bases da Reforma Sanitária e do direito
à saude de forma a contribuir para a repolitização
da sociedade e, ao mesmo tempo, dar conseqüência
ao Pacto em defesa do SUS.
Fonte:
Ministério da Saúde
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| PL 1135/91 |
| Conservadores contaminam
o Congresso |
Para
a secretária executiva da Rede, Telia Negrão,
a rejeição do projeto, - apesar de dois pedidos
de adiamento das votações impetrados pelo PT,
que descriminaliza o aborto (PL 1135/91) na semana passada
na Câmara dos Deputados, - mostra a contaminação
do Congresso pelas concepções religiosas conservadoras
que buscam impedir o debate sobre a matéria. Apesar
do resultado negativo, o projeto da despenalização
do aborto irá a plenário.
Com apenas quatro votos contrários, os integrantes
da Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ) votaram a favor do parecer do relator evangélico
Eduardo Cunha /PMDB-RJ e presidente da CCJ que é contra
a descriminação do aborto praticado por gestantes
ou com seu consentimento, mantendo o atual texto do Código
Penal.
O projeto 1135/91, que está na Casa há 17 anos
e tem outros projetos apensados, foi considerado pela CCJ
como inconstitucional, pois fere, de acordo com a posição
da Comissão, em especial, o direito à vida.
A matéria também foi rejeitada em maio pela
Comissão de Seguridade Social da Câmara, por
33 votos a zero.
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Juiz Roberto Lorea,
membro do Conselho Diretor da Comissão de Cidadania
e Reprodução (CCR), Dulce Xavier, das Jornadas
pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro e Rogéria Peixinho,
da Articulação de Mulheres Brasileiras e mais
Telia Negrão, secretária executiva da Rede
Feminista de Saúde, estiveram na audiência
pública da Câmara Federal que debateu a descriminalização
do aborto
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| "Direitos reprodutivos
podem mais do que a onda conservadora" |
| Por Mario Osava* |
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| O acesso à anticoncepção
atende ao direito das mulheres e reduz o crescimento da população,
tornando mais factíveis políticas de desenvolvimento
e segurança alimentar, afirma nesta entrevista a especialista
Carmen Barroso. LEIA |
Centro Latino-Americano em Sexualidade
e Direitos Humanos promove Seminário
Veja a programação |
| Recorte de jornal |
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| El aborto lo decide cada
mujer de acuerdo a su conciencia |
Boletina
Mujer SaludHable
Año VII, Nº 6, julio 2008
Red de Salud de las Mujeres Latinoamericanas y del Caribe |
| POBLACIÓN:
Derechos femeninos bajo fuerte ataque |
| Por Mario Osava * |
RÍO DE JANEIRO,
10 jul (IPS) - El derecho de las mujeres a decidir sobre "cuándo,
dónde, cómo y con quién tener hijos",
afirmado en las conferencias sociales de la ONU de los años
90, sufre la presión concertada de fuerzas conservadoras
en el mundo, que ya provocó retrocesos, denuncia la activista
brasileña Telia Negrão.LEIA
A ENTREVISTA
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| IMAMA na
rua, em 18 de julho SAIBA
MAIS |
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